Gosto de fotografias. Elas dizem tudo sem precisar de palavras. E se às têm é só por conveniência ou como acessório, mas são também dispensáveis. As fotos dispensam o sujeito que as faz em prol dos objetos que fixam. É o seu signo: ser o nosso olhar nos olhos de um outro. Ando tão farto de burrice e de idiotas. Se me fosse possível suspender a palrice que me incomoda e vence em mim por frestas que nem sei, calava-me e isolava-me de tudo o que significasse estar público.
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